Monday, 27 July 2009

O Que É Tuning

Tuning?

Tuning é a arte de personalizar carros, não só em sua aparência, mas também na performance e no sistema de sonorização. A palavra tuning significa ajuste fino, por este motivo quando falamos em carros tuning logo devemos pensar em carros aperfeiçoados, modificados, personalizados, tunados...

Tuning é uma arte

É muito importante antes de querer fazer um carro personalizado visualizar e estudar suas linhas, sua capacidade de aumentar a performance e sistema de som para não ter surpresas desagradáveis ou não ficar exatamente como o esperado.

Visual - Os kits aerodinâmicos devem acompanhar as linhas originais do carro para dar a impressão de carro com visual limpo e harmonioso. Caso contrário todo o visual do carro original teria que se adaptar ao kit aerodinâmico ou ao visual escolhido, o que traria muitos problemas, trabalho e dinheiro.

Performance - O meio mais viável para aumentar a performance do motor de um carro é a instalação de kits turbo ou compressores mecânico chamados de blower. Ambas as opções podem dobrar a potencia original do motor sem grandes dificuldades. O próximo passo seria troca de discos de freios por outros maiores, cambio com marchas mais longo e suspensões mais firmes para maior estabilidade.

Sistema sonoro - Ao contrário do que a maioria das pessoas pensão o sistema de som não é quanto maior melhor como se fosse a potência de um motor, é importante em primeiro lugar saber se o proprietário do carro quer um sistema de qualidade, sistema de trio elétrico, sistema multimídia ou um sistema com o máximo de SPL possível. Logo após a escolha do tipo de sistema vem a escolha dos falantes que podemos encontrar marcas diferentes com exatamente a mesma qualidade, porem com características de respostas diferentes onde também podem exigir caixas acústicas de tamanhos diferentes.

Cuidado com o “Xuning”

Quando não existe conhecimento suficiente por parte de quem vai tunar o carro é comum que o resultado seja um carro muito carregado no visual, combinações de cores erradas e/ou a utilização de acessórios incompatíveis no estilo.

Esse tipo de preparação muitas vezes é feito pelo próprio dono do carro que apesar do resultado ele fica satisfeito, porem o visual do carro é desaprovado pela maioria das pessoas que acabaram criando um novo nome para esse novo estilo, o xuning que nada mais é que o tuning mal feito.

Níveis de preparação

Antes de começarmos a mexer num carro é preciso saber onde se quer chegar, esta decisão é fundamental para que não seja desperdiçados tempo e dinheiro. Abaixo temos algumas dicas divididas em cinco passos para serem seguidas com o objetivo de ajudar e orientar no processo de transformação do carro:

Passo 1 - Estas modificações já são suficientes para deixar o carro com um ar diferente e bem cuidado tanto por dentro como por fora. Muitas pessoas já se dão por satisfeitas com estas modificações, por isso é comum vermos carros com este nível de preparação nas ruas.

Interior - manoplas de cambio e freio, pedaleiras

Exterior - Ponteiras, películas escuras nos vidros, molas esportivas

Sistema sonoro - Cd player, kit duas vias na frente, triaxiais atrás

Performance - Silenciador esportivo, filtro de ar esportivos

Passo 2 - Estas modificações ainda são consideradas como populares, tendo como maior objetivo completar o que foi feito no primeiro passo.

Interior - Volante esportivo, soleiras de portas

Exterior - Spoilers laterais, dianteiros e traseiros, rodas maiores

Sistema sonoro - Módulo 4 canais

Performance - Trocar escapamento por maior polegada, amortecedores endurecidos

Passo 3 - Neste terceiro passo estaremos entrando em um nível de preparação diferente em que tanto o impacto visual como os números de potência do carro serão severamente modificados.

Interno - Pintura de acabamentos de painéis e maçanetas

Externo - Pára-choques dianteiros e traseiros de fibra

Sistema sonoro - Instalação de subwoofer

Performance - Instalação de kit turbo básico

Passo 4 - No quarto passo não existirá mudança radical, será mais um upgrade encima do terceiro passo para que possamos mais a diante fazer outras modificações sem se preocupar com o que já foi feito.

Interior - Instalação de manômetros e termômetros do motor

Exterior - Alisamento dos logos do fabricante do carro

Sistema sonoro - Bateria de maior amperagem

Performance - Kit para álcool, controlador de bicos e ponto por pressão

Passo 5 - Neste passo o carro já poderá ser considerado um extreme tuning, onde não passará despercebido em nenhum lugar e que não deixará a desejar em nada.

Interior - Bancos esportivos, tapetes de alumínio, leds nas pedaleiras

Exterior - Lanternas cristais, capô personalizado, neon, aerofólio

Sistema sonoro - Leitor de DVD com tela

Performance - Booster para turbo, intercooler

Escolhemos estes passos a serem seguidos devido aos níveis de preparações mais utilizados no Brasil e aos níveis de investimentos por tipo de preparação. Notem que desde o primeiro passo tivemos em mente um carro extreme tuning, em que em nenhum momento foi necessário vender e comprar outros equipamentos de som ou de performance, no tuning externo só não aproveitamos os spoilers dianteiro e traseiro que foram substituídos por pára-choques de fibra, preferimos assim devido ao baixo custo dos spoilers, o que não justificaria deixar o carro pelado até chegar no passo em que seria instalados os pára-choques de fibra.

Óleo certo para seu carro













O Óleo certo para seu carro


Quer saber mais sobre mecânica, serviços, dicas de manutenção, cuidados ao dirigir e outros assuntos sobre carros? O G1 abre espaço para o internauta tirar suas dúvidas sobre automóveis. O jornalista Ricardo Lopes da Fonseca, que estuda sobre mecânica há mais de duas décadas e já se aventurou como piloto participando até do Rali Paris-Dakar, vai escrever sobre o assunto e responder às perguntas dos internautas. O tema de abertura é óleo do motor. Qual o tipo de óleo ideal para usar no seu carro? Como e quando efetuar a troca do lubrificante?

Foto: TV Globo/Reprodução
TV Globo/Reprodução
Checar nível de óleo do motor é fundamental (Foto: TV Globo/Reprodução)

A principal dúvida sobre óleo para motores é uma só: que tipo de óleo usar no meu carro? A resposta é bem simples: o que estiver indicado no manual do proprietário. Mas, acalme-se, a idéia aqui não é comentar o óbvio, mas sim abrir seus olhos para esse importante assunto na manutenção do seu veículo.

Antes, porém, vamos detalhar a função do lubrificante. Sua tarefa é evitar o atrito entre as peças móveis dentro do motor e assegurar o bom funcionamento. Esse fluido deve manter suas características de lubrificação sob as mais diversas condições, sejam climáticas ou formas de uso. Com o passar do tempo, o óleo do motor tende a perder sua viscosidade - característica principal no lubrificante -, encarregada de fazer com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as peças que estão em contato dentro do motor. Perdendo a viscosidade, o atrito poderá comprometer o funcionamento do motor e deste modo a vida útil, além de reduzir o desempenho e aumentar o consumo.

Muitas pessoas têm o hábito de só completar o óleo quando este está abaixo do limite, sendo que o mais adequado é fazer a troca completa do lubrificante. Esse erro pode custar caro. Se não for substituído, o óleo fica mais sujo que o normal, já que além de lubrificar ele também tem a função de eliminar determinados resíduos da combustão – queima do combustível - e isso compromete a viscosidade.

Mas o que fazer para o óleo não perder a viscosidade? O correto é fazer as trocas dentro dos limites de quilometragem estabelecidos para cada tipo de óleo.

Que óleo colocar?

Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo consulte o "Manual do Proprietário" na seção referente a manutenção. É simples e rápido. Lembre-se de observar os dados referentes a viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) e grave esses números. Outra possibilidade é conferir as tabelas de recomendação disponíveis nos postos de serviço. Conheça os tipos de óleo:


Óleo mineral multiviscoso - O mineral multiviscoso é o mais comum no mercado. Esse tipo de óleo é adequado para qualquer motor, sendo ele de qualquer cilindrada ou combustível. Sua principal característica é adaptar a viscosidade de acordo com a temperatura de funcionamento do motor.

Vamos tomar como exemplo o 15W40. O primeiro número indica a viscosidade do óleo em uma temperatura baixa, como na hora da partida, e o segundo indica a viscosidade à temperatura operacional. Quanto menor o primeiro número, mais fino é o óleo e quanto maior o segundo, mais grosso. O cuidado necessário é efetuar as trocas antes de atingir o limite de quilometragem, nesse tipo de óleo recomendada a cada 5 mil quilômetros. Caso passe despercebido, com o tempo provoca alto índice de carbonização interna do motor que, a partir de então, fica sujeito a falhas e quebras.

Óleo semi-sintético - O semi-sintético é o óleo que mistura a base sintética com a mineral. Esse tipo é recomendado para motores mais potentes que trabalham em altas rotações. Mas, nada impede seu uso em motores menos potentes. Provoca menos carbonização interna e contribui para amenizar o atrito entre as peças internas do motor, principalmente durante a partida, quando a maior parte do óleo encontra-se em repouso no cárter – reservatório do óleo. Ele também é do tipo multiviscoso. A troca é recomendada pela maioria dos fabricantes a cada 10 mil quilômetros, mas convém efetuá-la antes disso, por volta dos 8 mil.

Óleo sintético - Os sintéticos são os mais elaborados e caros e prometem manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor. Com essa característica a tendência é não carbonizar o motor. São indicados para os modelos esportivos que trabalham em regimes mais severos. A troca é recomendada a cada 20 mil quilômetros, mas é bom ficar sempre atento ao nível.

O mais importante de tudo é usar um único tipo de óleo e, de preferência, da mesma marca. Em princípio, os óleos automotivos são compatíveis entre si, sendo até possível misturar marcas diferentes. Porém é preciso tomar o devido cuidado de usar produtos de um mesmo nível de desempenho (API) - sigla em inglês de Instituto Americano do Petróleo, uma classificação de duas letras que informa o tipo de motor para o qual o óleo se destina (gasolina ou diesel) e o nível de qualidade.

Também não se esquecer do mesmo índice de viscosidade (SAE) - sigla em inglês para Sociedade de Engenharia Automotiva, que classifica os lubrificantes automotivos em faixas de viscosidade. No entanto, a melhor alternativa ainda é evitar esse procedimento. Uma observação importante é nunca misturar óleo mineral com óleo sintético. O tempo de troca também varia de modelo para modelo.


Medição no posto de gasolina

É comum entre os motoristas pedir para checar o nível em postos de gasolina durante o abastecimento. O procedimento é correto, mas, geralmente, os atendentes não perguntam qual a marca e o tipo de óleo que você prefere ou mesmo o que já está no reservatório do motor. Eles medem o nível e, se estiver baixo, completam com o óleo que tiverem no estoque.


Nesse momento é importante ter paciência e aguardar pelo menos três minutos com o carro desligado antes de fazer a medição. Esse tempo é necessário para que todo o óleo do motor escorra para o cárter e assim permita uma correta avaliação do nível.

É por isso que as montadoras aconselham os proprietários a trocar ou completar o óleo em concessionária autorizada. Cada marca tem sua recomendação específica, mas nada que, se você tomar toda a cautela, não seja possível de realizar em postos de serviço.

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível. Motores com mais de 100 mil quilômetros rodados têm mais folga em determinados componentes internos que os veículos novos e, portanto, tendem a baixar mais o nível de óleo no cárter. É bom lembrar que mesmo o motor novo também tem certo consumo de óleo, assim o acompanhamento do nível se faz necessário para qualquer carro, independente do tipo de combustível utilizado e tempo de uso.

Wednesday, 17 June 2009

Fiat Launches Small Car Grande Punto | Priced at Rs.3.99 to 6.11 Lakhs | Fiat Grand Punto Photos, Pictures, Images

Fiat Launches Small Car Grande Punto | Priced at Rs.3.99 to 6.11 Lakhs | Fiat Grand Punto Photos, Pictures, Images

Grande Punto - the much awaited premium hatchback from Italian motor giant Fiat launched in India on Wednesday, 17th June, 2009. World bestseller Fiat Grande Punto launched with three engine options, 1.4-litre FIRE Petrol, 1.2-litre petrol and the 1.3-litre MultiJet diesel engines.




Grande Punto will be available with four variants Active, Dynamic, Emotion and fully-loaded Emotion PK with a very competetive price ranging from Rs. 3.99 Lakhs to 6.11 Lakhs. Fiat Grande Punto will give very tough competition to Skoda Fabia, Maruti Swift, Hyundai i20 and recently launched Honda Jazz.

Fiat Grande Punto Price:


Fiat Grande Punto Exteriors:












Fiat Grande Punto Interiors:








Tuesday, 9 June 2009

Honda Launches Small car Jazz | Priced at Rs. 6.98 Lakhs to 7.33 Lakhs | Honda Jazz Photos, Pictures, Images


Honda Launches Small car Jazz | Priced at Rs. 6.98 Lakhs to 7.33 Lakhs | Honda Jazz Photos, Pictures, Images


Much awaited hatchback "The Jazz" from luxury car maker Honda SIEL has been finally launched in Indian market on Wednesday,10th June, 2009. Premium hatchback Jazz will be available with techno-laden 1.2-litre SOHC iVTEC engine.

Honda Jazz has been launched in 3 variants, Jazz B
asic, Jazz Mode and Jazz Active with a very high price of 6.98 Lakhs to 7.33 Lakhs.

Honda Jazz Price:


Honda Jazz Exteriors:







Honda Jazz Interiors:





Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...